Com minhas mãos vazias

FT 12

Quando inicio a oração, depois de me fazer consciente da presença da Santíssima Trindade que habita em mim, me coloco de mãos abertas. Este pequeno gesto orante me põem em contato com a minha pobreza habitual. Diante de Deus, de seu imensurável amor, tomo consciência do meu nada, de que sou criatura. E, portanto, necessito Dele. A lembrança da minha pobreza não me lança num pessimismo, mas me faz voltar para àquele que é rico em misericórdia. Então minha oração flui como um rio e meu desejo mais profundo se expressa numa singela prece: “sou pobre, não sei amar, ama em mim Senhor”.

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